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BANDEIRA DE ANGOLA IÇADA EM MARROCOS

Integrantes da selecção que compete em Marrakech (Regina Dumbo - direita)

A bandeira da República de Angola foi içada em Marrocos e o motivo: a conquista da medalha de ouro por Regina Dumbo, quinta-feira, nos 100 metros para deficientes visuais (classe T11), no meeting internacional que decorre na cidade de Marrakech.

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AGENDA DA REUNIÃO ENTRE APC E UA

Inicia segunda-feira, no hotel Baia, em Luanda, entre o Comité Paralímpico Africano (APC-sigla em inglês) e a União Africana (UA).

AGENDA DOMINGO:

1 de Abril - Chegada da delegação da UA

Hospedagem: Hotel Baia

SEGUNDA-FEIRA 2 DE ABRIL:

(10 h) - Abertura da atividade por parte do Secretário de Estado para Política Desportiva, Carlos Almeida

(10/12:30) - Apresentação APC e UA; desporto para pessoas com deficiência e o movimento paralímpico; nossa contribuição para a mudança social; agenda Panafricana da União Africana; integração dos atletas adaptados (paz, segurança, boa governação, emancipação de jovens mulheres, cultura de paz e calar das armas)

(14:30/15:30) - Audiência com a ministra da Juventude e Desportos, Ana Paula do Sacramento Neto

(16h/17h) Seminário

TERÇA-FEIRA 3 DE ABRIL

(9:30/12:30 continuação do seminário

- Actividades do Comité Paralímpico Africano em 2018 com a Agipto Fundation

- Para-jogos Africanos em 2019 e outras competições

- Possível parceria com ANOCA

- Oportunidade de demonstração de “impossível”

(14:30/16:30) Acordo de parceria entre APC e UA

- Reunião com diretor executivo da Fundação Lwini, Alfredo Ferreira

QUARTA-FEIRA 4 DE ABRIL: Partida da delegação para Addis Abba

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ÁFRICA DECIDE PARA-JOGOS AFRICANOS

Prova de atletismo nos Jogos da CPLP em Luanda

Desde a primeira participação de Angola nos Jogos Panafricanos1999, na África do Sul, África poderá organizar, 20 anos depois, o seu próprio evento num modelo semelhante ao dos Jogos Paralímpicos que junta, uma de cada vez, numa mesma cidade, olímpicos e paralímpicos.

A decisão resultará de uma reunião entre o Comité Paralímpico Africano (APC-sigla em inglês) e a União Africana (UA) a realizar-se segunda e terça-feira, no hotel Baia, em Luanda.

Os intervenientes irão refletir e depois decidir pela manutenção do actual modelo de disputa dos Jogos Panafricanos em que os atletas deficientes participam na condição de convidados ou pela realização de um evento próprio.

Até agora tem sido o país organizador a decidir que modalidades inclui no programa dos jogos ao nível dos adaptados, contrariando, geralmente, os objetivos do APC tendo em conta factores como: desenvolvimento, massificação de modalidades, qualificação em campeonatos do mundo e Jogos Paralímpicos.

As vantagens para o APC com a realização do seu próprio evento continental assenta no facto de serem as comissões técnicas das associações nacionais (NPCs) a decidirem o número e que modalidades devem ser incluídas. O evento passa a ser qualificativo aos Jogos Paralímpicos, esperando-se que seja assim já para a edição de Tóquio2020.

Outro aspecto importante é que caso se organize os Para-jogos Africanos os atletas não terão obrigatoriamente de buscar qualificação para os Jogos Paralímpicos em provas disputadas em outros continentes, facto que acarreta elevados custos financeiros.

Proposta do presidente do APC, o angolano Leonel da Rocha Pinto, a disputa dos primeiros jogos africanos para atletas deficientes foi decidida na Assembleia-geral eleitoral da organização, decorrida em Abril de 2017, em Luanda.

A África é o único continente que não organiza esta prova multidisciplinar que contribui para o aumento da visibilidade do movimento paralímpico no mundo.

Prevista para o último trimestre de 2019, a competição africana inédita pode ter como palco a África do Sul, Congo Brazzaville, Marrocos ou Egipto, pelas respectivas condições de infraestruturas.

A União Africana (UA) é uma organização internacional que promove a integração entre os países do continente nos mais diferentes aspectos. Fundada em 2002, é sucessora da Organização da Unidade Africana, criada em 1963.

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APC E UA TRABALHAM EM LDA

AULA DE HALTEROFILISMO NO CAMPO DE TREINO DA CPLP

Os primeiros Jogos Africanos para atletas deficientes denominados "Para-Jogos Africanos", em 2019, será o destaque da reunião segunda e terça-feira, no hotel Baia, em Luanda, entre o Comité Paralímpico Africano (APC- sigla em inglês) e a União Africana (UA).

Os membros da UA chegam neste domingo ao país, nomeadamente, Ângela Martins (chefe de divisão), Yvette Ngandu (coordenadora de projectos), Aissatou Hayatou (director de operações), Okechukwu Emmanuel (assessor), Michel Tchoya (administrador do conselho do desporto) e Robert Auguste (oficial do desporto).

Por parte do APC participarão do "concláve" o presidente da instituição, o angolano Leonel da Rocha Pinto, o secretário-geral, Rodrigo Bejarano (Cabo Verde), o tesoureiro António da Luz (Angola), a responsável pela área mulher e desporto Drusila Nkandji (Namíbia), a secretária Teresa Mutin (Angola) e o assessor Georg Schlachetenberger (Alemão).

O encontro, que resultará em parceria entre estas duas instituições, surge na sequência de contatos mantidos entre os presidentes Leonel Pinto (APC) e Moussa Faki (UA).