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CERIMÓNIA DE ABERTURA POUCO COMUM EM DURBAN

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Durban - Faz-se, mas não é habitual a cerimónia de abertura de um evento desportivo realizar-se após ao inicio ou a meio da jornada inaugural como aconteceu neste sábado (18), em Durban, no torneio africano de basquetebol em cadeira de rodas.

O pavilhão Tongaat Indoor Sports Center testemunhou, por opção organizativa, primeiro os jogos em masculinos Egipto/Zimbabwe (76-33) e Quénia/Argélia (13-107) e só por volta das 17 horas (mais uma hora que Angola) se deu ao arranque do momento esperado inicialmente marcado para às 12:30, antes de qualquer partida.

Efectivamente, fora a tal opção organizativa, a cerimónia de abertura da prova, qualificativa ao campeonato do mundo Alemanha'2018, fez jus a simplicidade que caracteriza a família desportista adaptada mundial e africana.

Dança Zulo, não podia ser diferente, tratando-se de uma cultura secular local, desfile das selecções, música e muita animação serviram de condimentos para uma festa que podia bem prolongar-se não fosse o jogo seguinte entre a África do Sul/Marrocos (41-68).

Angola foi a segunda selecção a desfilar, depois da Argélia, seguindo-se, não necessariamente nesta ordem, as representações do Egipto, Marrocos, Quénia, Zimbabwe e a anfitriã África do Sul.

O pavilhão Tongaat Indoor Sports Center, claramente edificado para albergar actividades desportivas comunitárias, esteve longe da sua lotação (perto três mil espectadores), mas em hora e meia testemunhou o casamento entre desporto e cultura, para um tipo de actividade de profundo valor social na perspectiva da educação, da integração e da reintegração social.

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