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LÍDER DO IPC APONTA PILARES DE GESTÃO

Dir: Andrew Parsons (IPC)) e Leonel Pinto (APC)

A gestão de Andrew Parsons, eleito dia 08, em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, presidente do Comité Paralímpico Internacional (IPC), assenta em quatro pilares fundamentais; entender como o mundo consome a actividade, o combate ao doping, o profissionalismo e liderança transparente.

Em seus discursos ao longo da campanha, que terminou com sua eleição, em substituição do britânico Phillip Craven, o brasileiro afirmara ser desafio do movimento paralímpico “encarar as dores de seu próprio crescimento”.

Para ele, tal significa manter o interesse da comunidade internacional, entender as formas como o mundo consome o desporto adaptado e manter-se conectado à realidade desportiva.

O doping é outro problema a ser encarado. Segundo o novo “boss”, o desporto paralímpico também mexe com interesses financeiros, que vão das bolsas concedidas pelos países até aos direitos de transmissão dos jogos.

A tendência de aumento de casos de doping existe, por isto, defende maior consciencialização dos atletas, desde a base, sobre o que é doping e quais os riscos.

O carioca diz que não deve existir tolerância com casos como o escândalo de doping da Rússia, punida por tempo indeterminado e que acabou banida dos Jogos Paralímpicos (Rio2016). “Queremos os atletas russos de volta, mas queremos os atletas russos limpos.”

Jogos Paralímpicos "Rio2016"

Sobre o profissionalismo o terceiro presidente na história do IPC, depois do canadense Bob Steadward (1989/2001) e o britânico Phillip Craven (2001/2017), disse ser jovem o movimento paralímpico e que algumas questões deste âmbito precisam evoluir "sempre tendo em vista nossos valores e nossa história”.

Explicou ser necessário a mudança do modo de gestão para não cair-se no erro de outros movimentos desportivos.

Andrew Parsons diz que o desporto no mundo tem sofrido ondas de denúncias de corrupção, sendo a transparência fundamental.

“O IPC já tem muita credibilidade e tem que continuar assim. O que ainda precisamos é aumentar a vigilância em relação a membros associados, cobrando medidas e exigindo uma ampla divulgação dos resultados financeiros, dos gastos e investimentos”, frisou.

Acrescentou que a transparência vem tendo cada vez mais uma relação directa com o aumento nos investimentos no desporto.

“Existe uma onda muito positiva de patrocinadores exigindo transparência de seus patrocinados. É uma atitude de quem entende que a transparência é uma característica importante para ser levada em conta no processo de venda de patrocínio. Ninguém quer se associar a uma entidade que não seja transparente ”.

Jogos Paralímpico "Rio2016"
Por Comunicação e Imagem do Comité Paralímpico Angolano - Tel: 244.924214432
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LEONEL PINTO É EXECUTIVO DO IPC

O dirigente desportivo Leonel da Rocha Pinto foi nesta sexta-feira (8) eleito membro Executivo do Comité Paralímpico Internacional (IPC), constituindo-se no primeiro feito de um angolano no país, de âmbito desportivo, após realização das Eleições Gerais de 23 de Agosto último.

Com 84 votos (dos 163 possíveis) entre 32 concorrentes, Leonel Pinto integra uma lista de dez Executivos do órgão reitor do desporto adaptado mundial eleitos no último dia da Assembleia Geral da instituição, decorrida em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos.

O acto confirmou o brasileiro Andrew Parsons no cargo de presidente de direcção, em substituição do britânico Philip Craven.

Em suas primeiras declarações à imprensa afirmou “Este é um resultado de África e de todos os angolanos”.

Acrescentou que seu plano de acção prevê trabalho com federações internacionais para o aumento de Comités Paralímpicos Nacionais (NPCs) e o consequente crescimento do número de atletas no continente africano.

Contactos com a ONU, União Africana e IPC para a implementação de programas de desenvolvimento, criação de condições para oportunidades e direitos iguais para os atletas com necessidades especiais, bem como a promoção global do movimento paralímpico em cooperação com a Fundação Agito faz igualmente parte dos seus propósitos.

Leonel Pinto disse que vai aprofundar, agora também como membro Executivo do IPC, o trabalho que vem realizando enquanto presidente do Comité Paralímpico Africano voltado à melhoria da organização interna das NPCs, formação de formadores, técnicos, fisioterapeutas e classificadores médico-desportivos.

A realização dos primeiros jogos ParaAfricanos é igualmente aposta do angolano membro Executivo do Comité Paralímpico Internacional.

No fórum mundial participaram outros dois angolanos, nomeadamente, António da Luz (secretário-geral do Comité Paralímpico Angolano (CPA) e sua adjunta Telma Silva.

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ANDREW PARSONS É NOVO PRESIDENTE DO IPC

O brasileiro Andrew Parsons é o novo presidente do Comité Paralímpico Internacional (IPC), eleito nesta sexta-feira (8), em Abu Dabi, Emirados Árabes Unidos, durante a Assembleia Geral da organização mundial do desporto adaptado, em substituição ao britânico Philip Craven, no cargo desde 2001.

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LUSÓFONOS NAS ELEIÇÕES DO IPC

Dia oito deste mês (Setembro) será particularmente importante para a comunidade de países de língua portuguesa (CPLP) e o motivo: a participação do angolano Leonel da Rocha Pinto e do brasileiro Andrew Parsons na eleição do Comité Paralímpico Internacional (IPC), em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos).

Na verdade, o magno encontro inicia com uma conferência (05 e 06), seguindo-se a Assembleia Geral (07 e 08), onde Leonel Pinto, na condição de presidente do Comité Paralímpico Africano (APC-sigla em inglês) concorrerá a uma das 12 vagas dos executivos da instituição mundial, enquanto Andrew Parsons a presidente do órgão, em substituição do britânico Philip Craven.

QUEM SÃO E O QUE O MUNDO GANHARÁ COM SUA ELEIÇÃO?

Leonel da Rocha Pinto é um dirigente desportivo que lidera o Comité Paralímpico Angolano (CPA) desde 1996, tendo sido eleito presidente do Comité Paralímpico Africano em 2010, assumindo já três mandatos (2010/2012, 2012/2016 e 2016/2020).

Seu primeiro grande feito em defesa do desporto adaptado influenciou a África e o mundo, quando em 1999, durante os Jogos Pan-africanos, em Joanesburgo (África do Sul) interveio para que os atletas adaptados obtivessem o direito a medalhas e a subida ao pódio.

Por via daquela acção, o Conselho Superior dos Desportos em África (CSSA) aboliu a diferença de tratamento entre atletas olímpicos e paralímpicos, dando-se ao inicio a uma “revolução” desportiva que colocou Angola e o continente berço da humanidade entre a “elite” do movimento paralímpico mundial.

Em 21 anos de liderança da organização nacional, a parte mais visível do seu trabalho desponta no facto do desporto adaptado ter se tornado referência africana e mundial.

Contam-se já seis participações consecutivas com o atletismo em Jogos Paralímpicos com três subidas ao pódio (Atenas`2004, Pequim`2008, e Londres`2012). Angola é vice-campeã do mundo em futebol com muletas (México`2014), além de outras tantas conquistas em atletismo, natação e basquetebol em cadeira de rodas.

Em África elevou para 48 o número de associados (encontrou 20), estabeleceu parcerias com instituições internacionais com prioridade para a formação ao nível do treinamento e de formadores.

Revolucionou a comunicação através das novas tecnologias e desenvolve uma campanha de sensibilização dentro e fora de África para um olhar diferente ao desporto adaptado, por via da adequação da legislação jurídico – desportiva.

Por força do seu trabalho tem sido reconhecido pelo Comité Paralínpico Internacional. Na estreia de Angola nos Jogos Paralímpicos (Atlanta1996), foi lhe atribuído a Medalha Família Paralímpica.

Ainda o reconhecimento do Conselho Superior do Desporto em África (CSSA) durante os Jogos Pan-africanos em 1999, na África do Sul, e Medalha de Mérito nos Jogos Paralmpicos de Sidney, em 2000.

Obteve o Diploma do Comité Olímpico Internacional pelo reconhecimento ao voluntarismo no fomento do desporto em 2001, eleito melhor dirigente desportivo do ano em 2000 (votação feita por via de um Jornal Especializado em Desporto) e figura do ano, consecutivamente, em 2004 e 2005 por uma Rádio especializada em desporto.

Leonel Pinto também foi reconhecido (em 2001) pelo Comité Olímpico Internacional (COI) com diploma de mérito por seu voluntarismo no fomento do desporto adaptado.

Já o carioca Andrew Parsons notabiliza-se pela sua vasta experiência no movimento paralímpico brasileiro, onde até então ocupava o cargo de presidente. É, também, membro do conselho de administração do IPC.

Em seu programa eleitoral, o candidato da lusofonia garante uma nova era para o Movimento Paralímpico, uma organização mais inclusiva que compreenda e aborde as diferentes necessidades de seus filiados e forneça as ferramentas certas para ajudar a criar e desenvolver membros emergentes.

Caso seja eleito, Parsons promete criar um Caminho de desenvolvimento de membros que seja flexível e adaptado às necessidades locais - seja um Comitê Paralímpico Nacional (NPC), Federação Internacional (IF), IOSD ou organização regional, estando sempre o atleta no centro das atenções.

Diz que concentrará esforços na construção de um modelo de marketing revitalizado para o movimento paralímpico, explorando e garantindo mais acordos de patrocínio e o aprofundamento do relacionamento com as médias.

A criação dos Jogos da Juventude é igualmente prioridade para o falante da língua portuguesa. Com efeito, em caso de vitória no pleito de dia oito, irá propor que a questão seja já debatida ao nível do IPC já no primeiro semestre de 2018.

Na corrida à presidência estão, além de Andrew Parsons (presidente até então do Comité Paralímpico Brasileiro), Patrick Jarvis (presidente cessante do Comité Paralímpico do Canadá), o dinamarquês John Petersson (ex-líder do Comité Paralímpico Europeu) e Haidi Zhang (presidia a Federação Chinesa para Pessoas Com Deficiência).

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ANGO-REAL VENCE PROVINCIAL DE LDA

A formação da Ango-Real conquistou neste sábado o campeonato provincial de Luanda em basquetebol em cadeira de rodas com vitória sobre o Centro Profissional de Viana, por 35-26, em jogo disputado no pavilhão II da Cidadela Desportiva.

Ao intervalo, a equipa da empresa de transportes vencia por 12-10, num jogo em que relegou para segundo plano o campeão em título.

Nesta 8ª edição da competição de basquetebol da província de Luanda sagrou-se melhor “cestinha” Marcos João, do Centro de Viana com 89 pontos convertidos, seguido de Cananito Alexandre, da Ango-Real (69).

Esta prova é qualificativa ao campeonato nacional dia 03 de Outubro, em Benguela, período em que decorrerá na mesma província o nacional de futebol com muletas.

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ANGOLA CONCORRE AO EXECUTIVO DO IPC

Angolano Leonel da Rocha Pinto

O presidente do Comité Paralímpico Angolano, Leonel da Rocha Pinto, é um dos 12 candidatos a membro executivo do Comité Paralímpico Internacional (IPC), cuja Assembleia Geral eleitoral realiza-se dia oito deste mês, em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos).

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